‘Auto-Entrevista’ de Jim Morrison

 
Oiçam, a verdadeira poesia não diz nada, apenas destaca as possibilidades. Abre todas as portas. As pessoas podem atravessar aquela que se lhes ajusta.
 
… e é por isso que sinto pela poesia este apelo tão forte – porque é eterna. Enquanto houver pessoas, elas podem lembrar-se de palavras ou combinações de palavras. Mas nada pode sobreviver ao holocausto a não ser a poesia e as canções. Ninguém consegue lembrar-se de um romance inteiro. Ninguém consegue descrever um filme, uma escultura, uma pintura, mas enquanto houver seres humanos, as canções e a poesia sobreviverão.
 
Se a minha poesia pretende atingir alguma coisa, é libertar as pessoas dos limites em que se encontram e que sentem.
 

Jim Morrison

Los Angeles, 1969-71, Excerto de Auto-Entrevista, ‘Abismos (Escritos Inéditos)

Fã assumida dos escritos de Jim Morrison e da sua música, deixo-vos aqui um excerto de ‘Auto-Entrevista’, o texto de abertura do seu livro ‘Abismos (escritos inéditos)’, que nos mostra as suas ideias sobre o que é a verdadeira poesia e sobre o poeta se propôs ser.

Jim-poeta, tal como Jim-músico, abriu portas nas percepções de quem lê os seus poemas e ouve a sua música.

ΩΩΩΩ

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