‘Quadro atroz’ de Sara Farinha

Ponto parado num quadro veloz,12711_411697225631118_1559814883_n
Penso que olho mas não vejo, a dor atroz.
Uma imagem distorcida, o que está aqui.
Em mim, não há saída, a vida fê-lo assim.
Todo um quadro, que existe na mente.
Verdade? Mentira? Quem sente?
Ignora o quadro, o melhor,
Passa, em raiva, por punho incolor.
Penso, vejo, escuto… e nada me diz.
Mas sei, exacerbado infeliz.
O que tudo vê, e nada pode,
Que observa e não incorre.
Que nada faz, não se atreve.
Leva tudo consigo e pede
Que não volte ali, pintura atroz,
Cores disformes, em vida veloz.

Sara Farinha

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