‘Novo dia’ de Sara Farinha

Novo dia, assim amanhece,Salvador Dali
Queixume de maravilhas,
Luz que enaltece,
Enlevado em demasia.
Novo dia, devagar escurece,
Num chorrilho de profecias,
Onde está a benesse?
Embalada em maresia.
Oh, como gostaria,
Provar essa luz que obscurece,
Muda a vida… Como seria?
Amanhecer, envelhecer num dia.
Nua na luz que jazia,
Como se o corpo fosse,
O copo que se esvazia.
Oh, como gostaria,
Permanecer à luz do dia,
E imaginar o que seria.
Amanhecer em que escurece.
 

Sara Farinha

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